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Dor pélvica não é “normal”, mesmo que seja comum

Postado em: 04/03/2026

A dor pélvica crônica em mulheres é mais frequente do que se imagina.

E, ainda assim, muitas vezes é minimizada, ignorada ou tratada como algo “esperado”. Essa dor pode surgir:

  • Ao sentar por longos períodos;
  • Durante a caminhada;
  • No ciclo menstrual;
  • Nas relações íntimas;
  • Até mesmo em momentos de repouso.

Quando persiste por meses, ela deixa de ser apenas um sintoma físico e passa a impactar o emocional, a autoestima, os relacionamentos e a rotina diária.

Por que a dor pélvica pode persistir mesmo com exames normais?

Um dos aspectos mais desafiadores da dor pélvica crônica é que, muitas vezes, os exames não mostram uma causa evidente.

Mas isso não significa que a dor não seja real.

Na medicina da dor, compreendemos que esse quadro pode envolver múltiplos fatores:

🔹 Processos inflamatórios (como endometriose ou condições ginecológicas);

🔹 Tensão e disfunções musculares do assoalho pélvico;

🔹 Irritação ou sensibilização de nervos da região pélvica;

🔹 Alterações na forma como o sistema nervoso passou a processar a dor ao longo do tempo.

Quando a dor persiste, o sistema nervoso pode se tornar mais sensível, fenômeno conhecido como sensibilização central, fazendo com que estímulos leves sejam interpretados como dolorosos.

Por isso, tratar apenas o sintoma não costuma ser suficiente. Tratamento personalizado é o caminho para recuperar autonomia Cada mulher vive a dor de forma única.

Existe uma história, um contexto, uma rotina e objetivos individuais.

Por isso, o tratamento da dor pélvica crônica precisa ser:

✔ Personalizado;

✔ Multidimensional;

✔ Baseado em investigação cuidadosa;

✔ Respeitoso aos limites e ao momento da paciente.

Na Medicina da Dor, o foco não é apenas reduzir a intensidade da dor, mas:

  • Restaurar a sensação de segurança no próprio corpo;
  • Melhorar a mobilidade e o conforto;
  • Reduzir a hipersensibilidade do sistema nervoso;
  • Promover equilíbrio físico e emocional.

O objetivo é devolver qualidade de vida, autonomia e confiança. Não normalize o que está te limitando

Dor pélvica crônica não deve ser considerada “parte da vida”.

Ela merece escuta atenta, investigação adequada e tratamento especializado.

Se você convive com esse tipo de dor, saiba que há caminhos possíveis e que buscar ajuda não é exagero, é autocuidado.

Agende sua avaliação e inicie um plano de cuidado feito para você.

📞 (11) 97304-0306

📍 Av. Francisco Matarazzo, 1752 – Água Branca, CJ 1010. São Paulo/SP

👨⚕️ Dr. Igor Mazar | Médico especialista no Tratamento da Dor

Seu corpo merece cuidado. Sua dor merece atenção. Viver sem dor é possível.


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